sábado, 5 de junho de 2021

O Homem que Plantava Árvores de Jean Giono | Livros

 Sinopse:


"Com milhões de exemplares vendidos, este livro emocionou e inspirou várias gerações ao longo de décadas, em todo o mundo, e serve de parábola para os tempos modernos. O Homem Que Plantava Árvores conta a história de um jovem que, em 1913, sozinho, atravessa os Alpes franceses em busca da natureza e da paz, longe das grandes cidades, acabando por encontrar o abandono humano e a desertificação de uma paisagem desoladora. Há dias sem água, cruza-se com um velho pastor e as suas ovelhas. O pastor dá-lhe água, comida e abrigo, e revela-lhe a sua missão de vida: plantar centenas de árvores por dia a fim de recuperar a floresta.


Ao longo de décadas, o jovem torna-se homem e visita o velho com regularidade, percebendo como a ação, a generosidade e a perseverança de uma só pessoa podem mudar aquilo que parecia perdido para sempre: «Quando pensamos que tudo aquilo cresceu graças às mãos e à alma de um homem, sem recursos técnicos, percebemos que os humanos podem ser tão eficazes como Deus em outras áreas que não a destruição."


Género: Literatura, Romance.


Data de Publicação: 2017.


Páginas: 100.


Editora: Cultura.


Fotografia da minha autoria - O Homem que Plantava Árvores de Jean Giono, livro


Opinião:

Uma boa descoberta de 2021 foi o livro, O Homem que Plantava Árvores de Jean Gion, que comprei-o por recomendação de uma menina na loja da Bertrand que assim que pego num exemplar para o folhear me diz que o livro tem uma história muito bonita, leve e que o leu todo numa tarde. Após esta partilha genuína e de bom coração nem pensei duas vezes. Comprei-o e depois de ler, partilho a mesma opinião que a da menina da livraria.


Para que o caráter humano  revele qualidades verdadeiramente excecionais, temos de ter a boa sorte de ser capazes de observar o seu desempenho durante muitos anos. 


Jean Gion é um escritor que não contava na minha lista de autores a conhecer. Foi um autor que acabei por conhecer e que resumidamente, acabou por ser uma boa surpresa.


Era sua opinião que a terra estava a morrer por falta de árvores. 


O escritor conta-nos uma história curtinha, simples, crua, bonita e sobretudo partilha a boa ação de um homem com uma intenção do tamanho do seu coração: os seus dias resumem-se a plantar árvores para combater a desflorestação da sua aldeia e para talvez, um dia lhe voltar a encher de vidas, vozes e amor.


Foi preciso ver o nome da aldeia para ficar convencido de que estava de facto na mesma região que em tempos fora apenas ruínas e desolação.


É um livro perfeito para vos acompanhar numa viagem de transportes públicos, numa tarde na praia ou tão simples, quanto um domingo à tarde com uma mantinha.


O símbolo incontestável da ressurreição.


Ao longo do livro, vemos um conjunto de desenhos ainda mais bonitos, com um traço muito caraterístico e fofinho. Há desenhos que preenchem a página e o nosso coração.


Classificação: 5 estrelas.

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