domingo, 15 de setembro de 2019

Orgulho e Preconceito (2005) | Cinema com Pipocas

Sinopse:

"Mr. e Mrs. Bennet têm cinco filhas solteiras e Mr. Bennet está ansiosa por encontrar-lhes maridos. Quando os cavalheiros ricos e solteiros nomeadamente - Mr. Bingley e Mr. Darcy - vão viver ali perto, os Bennets têm esperança de arranjar matrimónio para as suas sucessoras. No entanto, os orgulhos, os preconceitos e os mal entendidos vão dificultar bastante as relações entre todos."

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Opinião:
Este ano já tive a oportunidade de ler o grande clássico, Orgulho e Preconceito da Jane Austen, e confesso que foi uma leitura tão boa que estava com um pouco de receio de ver o filme. Apesar, de saber já a história não consigo negar ouvir, ler ou ver a narrativa a ser contada mais uma vez por meios ligeiramente diferentes.

Gostei tanto do clássico que não conseguia adiar ver o filme e formar uma opinião. No geral, o filme não foge à descrição da obra publicada no entanto, a ação ganha um pouco mais de aceleração e desta forma, pode ser um pouco mais confuso a sucessão de eventos. Por isso, para quem tem curiosidade em conhecer a história aconselho neste caso a tirarem vantagem primeiro do livro para poderem por conseguinte, compreender melhor o curso, o fluxo da ação e os motivos das personagens.

Após ver o filme, não me apercebi ainda o porquê deste romance me prender tanto mas, a verdade é que me prende. Talvez o caráter da Elizabeth Bennet e em especial do Mr. Darcy, por serem terem personalidades diferentes do expectante e fazerem-me tomar partido de cada um conforme a ação decorre e mais se partilha.

Para terminar, o filme foi excecional e talvez tenha expandido a minha lista de favoritos.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Pequenas traquinices de infância

Storytelling. Uma palavra tipicamente inglesa na qual a sua tradução engloba o seguinte significado: capacidade e arte de contar histórias. Nesta linha de pensamento, alguém com esta capacidade é denominado por: storyteller, isto é, portanto, um contador de histórias.

Em família existe sempre , por um lado, os storytellers que guardam muito bem na memória cada aventura genuína de cada membro familiar em particular, e por outro lado, os ouvintes que dão as melhores gargalhadas. Um facto bem assente e de conhecimento geral  - as crianças são curiosas - não é novidade e principalmente os pais sabem muito bem.

Desta forma, hoje venho contar-vos algumas histórias de quando era criança e fazia proezas de deixar os meus pais de cabelo em pé ou digamos de os colocar em situações por si embaraçosas e com uma grande vontade de fugir.

Free Stock Photos - Infâcia
1- já parti um candeeiro no valor calculado de 100 €, ou, 20 contos no dinheiro antigo! Para quem acaba de se casar, de comprar uma casa, de juntar o dinheiro para equipar a casa e ouve um bamn é de arregalar os olhos. A minha mãe dizia que eu adorava tocar no botão do candeeiro para ver a luz a ligar e a desligar. Inocência que gerou uma pequena despesa monetária.

2- um dia surgiu a curiosidade para a seguinte questão: porquê que as pessoas carecas não têm cabelo? Isto aconteceu em pleno hipermecado e ainda com o dedinho a apontar para a pessoa com o objetivo de indicar aos meus pais quem era a pobre vítima. E os meus pais logo de seguida, a responderem baixinho para que ninguém se apercebesse de tal situação. Embarrassment alert!

3- sempre que alguma amiga me convidava para a sua festa de aniversário, a minha mãe tinha de comprar uma prenda para mim e outra prenda para a aniversariante. Sempre que podia escolher a prenda para oferecer, levava uma semelhante para mim, só porque era tudo muito bonito e não conseguia oferecer uma prenda pela qual queria tanto. Talvez aquelas promoções de leve 2 pague 1 dessem jeito nesta altura.

4- já virei o achocolatado em pó - daqueles instantâneos que basta colocar duas colheres e pronto temos leite achocolatado - todo por cima do chão da cozinha acabado de passar pano! Deve ter sido por volta desta altura que descobri o meu lado desastrado.

5- na casa da minha avó tinha dois lugares secretos para me esconder, nomeadamente: debaixo da mesa grandona que tinha na sala de estar e nas portas dos utensílios de cozinha como as panelas. Nas primeiras vezes, a minha vóvó dava em louca á minha procura até que por fim, finalmente sabia que me encontrava num dos dois típicos "esconderijos".

6- os meus pais combinavam com casais amigos para passearmos todos juntos, colocar a conversa em dia e levar as crianças a brincar. Em algumas dessas saídas, pelos vistos a filha de um desses casais levava snacks bons, como estrelitas e eu tirava o lanche da filha deles! Desconhecia este tópico por completo mas, penso que era como o Joey de Friends : "Rita doesn´t share food".


Eu aproveitei algumas histórias das mil e umas que sempre se partilham em reuniões de família para partilhar com vocês, das quais eu sou a protagonista para fugir um pouco do registo habitual. E lembrem-se não importa o número de vezes que contam a mesma aventura mas, sim se o resto dos familiares ainda se ri!

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

O meu Bullet Journal para 2019-2020

Tenho o hábito de escrever em pequenos cadernos, simples anotações do meu dia a dia como também de escrever pensamentos aleatórios que vão surgindo ao longo da semana ou o mês em questão. Memórias ou desabafos elementares que ou ganham forma e corpo mais tarde aqui no blog ou então ficam no estado de coma, literalmente, até ao dia de arrumações. Digo o dia de arrumações, porque é o dia mais provável em que encontre estes registos guardados no meio das gavetas. Admitam vocês se este tipo de caso não é mesmo o mais favorável de suceder.

Fotografia da minha autoria - My bullet journal
Não me recordo de uma etapa da minha vida onde um bloco de notas não tenha acompanhado as minhas aventuras, os meus desafios, as minhas batalhas ou ainda as minhas introspeções. Quer em pequena, quer já numa fase adulta, este tipo de jounaling vai sempre ser o melhor método para desabafar, planear e enriquecer os meus dias.

(Se quiserem posso ainda debruçar-me mais acerca de algumas vantagens principais que escrever todos os dias pode trazer até vocês. Digam-me nos comentários se um post sobre isso é algo de vosso agrado.)

Há relativamente pouco tempo, adquiri por conseguinte, um caderno de folhas lisas na Ale-hop. Comprei lisas para experimentar algo novo, visto que sempre escrevi em folhas pautadas. Queria me testar, ao ponto de usar a minha criatividade para decorar de uma forma simples este caderno inteiramente em branco ao mesmo tempo que colocava à prova a minha vontade de escrever fora de linhas.

Nomeadamente já o adaptei para os meus dias, apliquei algumas grelhas e reservei algumas páginas dedicadas mais à vertente da organização e planeamento. No entanto, com espaço para escrever sem que seja tudo deveras restrito. E, algo que me é importante é ter sempre umas folhas destinadas a notas. Notas do dia, da semana ou do mês. Pensar na forma como correram os meus dias e fazer um pequeno balanço do que exteriorizar de determinados momentos.

Não consigo ter um caderno qualquer sem que este me transmita algo, quer traves do padrão ou desenho ou de um mote. Por esse motivo, esta agenda foi a que mais me despertou atenção. Pelos tons azul, pelo desenho, pela citação. Preciso que o meu bullet journal me transmita inspiração a qualquer momento que o pegar e motivação para continuar a escrever.

Quase sempre tive um caderno comigo e não vou muito longe sem uma agenda ou algo na qual possa anotar porque nunca sei quando vou precisar dela. Claro, que em último plano temos sempre o telemóvel por perto mas, não é a mesma coisa e para mim apenas serve para desenrascar de alguma situação.

Não durou muito até que a minha ânsia por escrever nele tomasse partido e por isso brevemente partilho com vocês como tudo ficou. Não pensei muito no lado perfeito mas, sim no lado prático e funcional para mim. Para concluir, gostava que partilhassem a vossa opinião acerca de ter uma agenda ou um bullet journal por perto. O que funciona melhor para vocês conseguirem planear os vossos dias?

segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Cereal World | Vila do Conde

Há uns dias atrás, fui experimentar lanchar ao famoso Cereal World. Já ansiava ir a uns anos ao do Porto mas, nunca parecia ser a chance. E, não fosse o sentido de oportunidade se desvanecer inaugurou um bem pertinho da minha cidade natal. 

Assim, numa das tardes em que o tempo não nos convidava para uma ida à praia, fomos conhecer o espaço e provar os cereais.

Fotografia da minha autoria - Cereal World
O espaço em si é contagiante e o tema central não podia passar despercebido. O design, o cuidado e o atendimento foi todo um processo agilizante e impecável. Cheio de cores vivas e de pequenos artigos de decoração reutilizados com caixas de cereais, não é para qualquer um se sentir indiferente assim que entra no estabelecimento.

Fotografia da minha autoria - Cereal World
Passando à comida, eu não me lembrava já da pressão de ter de optar por algo ou da dificuldade sequer que é de escolher alguns perante uma vasta oferta igualmente apetecível. Escolhi os três cereais que mais me despertaram vontade de comer e os toppings. Podem ver pela fotografia acima que não fui nada mal servida, não é mesmo?!

Fotografia da minha autoria - Cereal World
No entanto, para além da taça de cereais também oferecem milkshakes bastante apelativos. Existe sempre algumas opções já criadas mas, sempre com a chance de podermos ser nós a mudar e a alterar conforme o nosso gosto.

Fotografia da minha autoria - Cereal World
Quem já foi ao Cereal World?

sábado, 7 de setembro de 2019

Sacos de pano: sim ou não?

 Sou apologista da utilização de sacos de pano no lugar de tudo o que podes na verdade usar com a finalidade de teletransportar as tuas coisas pessoais, as tuas compras ou apenas como um recurso de personalização ao teu outfit.

Os sacos de pano nasceram de uma necessidade de terminar com a regulação dos sacos de plástico nas vias de supermercado, contribuir para uma economia mais sustentável (podes lavar à vontade) e ainda como uma alternativa para aqueles dias em que só precisas de um suporte para colocar a toalha e o bronzeador.

Sacos de pano
Neste sentido, o saco de pano foi a minha mais recente descoberta. Não só decidi experimentar (já tardava) como igualmente usufruir do melhor que este tipo de bolsa tem para oferecer. O que nasceu com o simples propósito de combater o crescimento dos sacos de plástico evoluiu para uma comodidade sustentável e fotogénica.

O que mais me fascina é o lado prático e simples que predominam neste tipo de sacolas. Combina com tudo, garante um ar mais relaxante a quem o usa bem como a existência por trás de uma enorme causa a apoiar. E, mesmo para os gostos mais exóticos ou singulares não há um saco de pano que não exista ou para a qual a personalização não produza o resultado que mais queres - desde padrões, lisos, estampados ou com pequenas frases ou desenhos. 

Uma loja onde vende alguns artigos nacionais onde podes encontrar vários exemplos de bolsas de tecido é na Toranja, desde o desenho mais simples ao mais trabalhado. Podes assim, continuar trend sem aderir à causa que diz respeito a cada um de nós. É uma moda que já chegou a algum tempo, uma causa que existe ainda há mais e que veio para ficar. 

Deste modo, entrei tarde, mas, o que importa é que entrei nesta onda de utilizar sacos de tecido no lugar dos tão consumidos sacos de plástico. Já não utilizava os tais sacos de plástico nas minhas idas ao supermercado, mas, a verdade é que posso contribuir mais para uma economia sustentável ao optar por artigos semelhantes e que servem para o mesmo propósito.

É nas mais pequenas coisas que por vezes, fazemos grandes diferenças. E, desta vez, o tipo de sacos que se utiliza pode gerar um grande resultado. Nem que apenas se utilize este tipo de sacos na nossa ida às compras, acredito que já seja uma boa troca.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Cidade das Cinzas de Cassandra Clare | Livros

Sinopse:

"Caçadores de Sombras é o título da série que começa com A cidade dos Ossos, com uma fantasia urbana povoada por vampiros, demónios, lobisomens, fadas, e que é um autêntico romance de ação explosiva.
Clary Fray só queria que a sua vida voltasse ao normal. Mas o que é normal quando se é um caçador de sombras? A sua mãe em estado de coma induzido por artes mágicas. A única hipótese que Clary tem de ajudar a mãe é a pedir ajuda ao diabólico Valentine que, além de louco simboliza o mal, e para piorar o cenário também é o seu pai.
Há mil anos, o Anjo Raziel misturou o seu sangue com o dos seres humanos, criando uma raça de Caçadores de Sombras, que coexistem com a finalidade de nos proteger de demónios que são invisíveis para os olhos."

Fotografia da minha autoria - City of ashes, shadowhunters de Cassandra Clare

Opinião:


Neste segundo livro - Cidade das Cinzas - vemos todo o peso que Clary agora suporta. Um amor incondicional por Simon e o medo de o perder, o medo de nunca mais poder voltar a ver a sua mãe, o medo de amar Jace a saber que não o deveria.

Clary carrega de momento muito peso mas, pode sempre contar com o Jace, o Simon, o Alec, a Izzy e o Luke - o pai não biológico mas, que carregou o papel na perfeição. Surge também Magnus Bane, o grande Warlock da cidade de Brooklyn e que sente algo mais do que empatia ou atração por Alec. No entanto o receio e o fato de ainda se encontrar enamorado por outra pessoa faz com que a ligação destas duas personagens se desenrole mais devagar.

 "But I'd rather have what we have, wich is real and true and important, than have you pretend anything else."

Cada vez mais, surgem personagens pelo qual a autora nos delicia através dos detalhes das suas personalidades e das suas histórias pessoais. É neste livro que vemos que o que a Clary e o Jace criaram foi um grande grupo de amigos dispostos a darem as suas vidas uns pelos outros. E, claro o aspeto mais divertido em cada um.

 "I knew it, you want to kiss me, don't you?"

Simon, é a personagem pelo qual me apaixonei durante a leitura deste livro. A sua boa disposição, o seu lado brincalhão e o seu lado super protetor para com a Clary apesar dos 180º graus que a sua vida deu. É o rapaz que se o teu mundo desabar vai estar lá para ti, no matter what.

"You're staring to sound like a dolphin, do you know that?"

A relação de Clary e Jace é cada vez mais profunda em termos do que cada um sente um pelo outro, do que partilham e do passado diferente que cada um teve. Jace perde toda a arrogância perto de Clary porque em parte sente por ela o que nunca sentiu por mais ninguém.

"Every time you almost die, I almost die myself."

Além disso, a relação de Jace com o Simon e  é cada vez mais explorada no sentido animado independentemente de amarem a mesma rapariga e de saberem que o ela sente encontra-se em diferentes níveis de amar para cada um deles.

- "I thought you could use the rest. Besides, you were sleeping like the dead. You even drooled, on my shirt."

Estou cada vez mais a gostar desta série e da escrita precisa da Cassandra Clare e quando penso que não há mais nada que me vá encantar neste conjunto de livros a autora arranja umas falas que me surpreende.

Pontuação: 4,5 estrelas.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Setembro em 7 palavras

Fotografia da minha autoria - Setembro em 7 palavras
Sentido:

↠ É preciso remar nalguma direção para podermos chegar onde o nosso coração mais deseja. Mas, primeiro é necessário reconhecermos o sentido que queremos dar à nossa vida.

Revisitar:

↠ Em Setembro revisito regularmente um lugar bem familiar - o Gerês - e é nesta vila que respiro de novo, recarrego as forças e desenho o meu foco para os próximos tempos.

Faculdade:

↠ São nos dias deste novo mês que entretanto as aulas se iniciam, um novo objetivo forma-se e o meu coração prepara-se para o meu último ano de licenciatura. 

Reencontrar:

↠ Gosto de fazer pequenos retiros das rotinas que tanto criámos ao longo dos nossos dias e é fundamental podermos reencontrarmo-nos nos mais pequenos momentos para podermos continuar a nossa jornada.

Prioridade:

↠ Sê a tua primeira prioridade. Num mundo cada vez mais "nosso" não te percas no barulho ou no meio da multidão. Faz de ti a tua prioridade. Agarra o que te apaixona e o que te assuta.

Essência: 

↠ Apenas uma parte de nós já sabe quem é, de onde vem, para onde segue, o que procura, o que o ou a faz feliz, o que o ou a deixa triste, o que faz ir mais longe ou parar. Procura desta forma, a tua essência. O material de que és feito.

Silêncio:

↠ O que o meu mundo quer para os próximos tempos.

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