terça-feira, 15 de junho de 2021

Representatividade (literária) e Uma voz viva sobre a Palestina

Cada vez mais gosto de ler crónicas sobre os silêncios. Aqueles silêncios desconfortáveis que pairam no ar quer num jantar casual, quer no momento onde deveria haver uma voz ativa e forte.  Aqueles silêncios massacrantes que de alguma forma ganham à nossa voz, mesmo no tempo da internet.


Esta semana li duas crónicas que me intrigaram e me fizeram pensar exatamente sobre o ruído do silêncio. De como há temas atuais que as pessoas ainda não se sentem confortáveis a debater ou a ajudar nem que seja pelo facto de nos chegarmos à frente do microfone mesmo sabendo que pode não ter câmeras ligadas.


A importância da representatividade - Fotografia de Karl Bewick Unsplash


A primeira crónica é intitulada por "A importância da representatividade" escrita pela Cláudia Riscado. Neste pequeno texto, a Cláudia partilha connosco os seus pensamentos e reflexões pessoais acerca da importância da representatividade nomeadamente na literatura (com Virginia Wolf). Chega inclusive, a ir um bocadinho mais longe na medida em que tem a coragem de nos dar a sua opinião acerca da representatividade utilizada pelo meio televisivo, quer pela importância da inclusão e da diversificação, quer também como aproveitamento próprio. 


Podem ler aqui o artigo na íntegra que se encontra publicado na Comunidade Cultura e Arte


Apagou-se a luz na Palestina - Crédito


A segunda crónica é denominada por "Apagou-se a luz na Palestina" escrita pela Maria Almeida. Acreditem que a leitura desta crónica é tão importante e interessante quanto o próprio título nos suscita a curiosidade. A Maria, utilizou a sua voz e o seu espaço para nos contar sobre como se deixou falar sobre Gaza, a Palestina, o conflito entre Israel e a Palestina, e a vida de muitas pessoas que ficaram ou no fundo de um poço sem qualquer tipo de luz ou a fantástica retoma das suas vidas como se tudo tivesse voltado ao normal e já estivesse tudo bem. 


Convido-vos a ler aqui  o artigo na íntegra que se encontra publicado na Comunidade Cultura e Arte


Espero que estas duas crónicas sejam de vosso interesse e que tal como me aconteceu vos convide à reflexão e, a ganhar coragem para erguermos todos a nossa voz num tempo de "vamos voltar (outra vez) à normalidade" nas várias vertentes que esta pequena expressão ganhou (principalmente nos últimos tempos) popularidade.

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