quarta-feira, 30 de junho de 2021

Bye Junho de 2021

O primeiro mês de verão chega ao fim e só estou triste por ter conseguido apenas ir uma vez até à praia, mas que valeu por tudo! Em junho terminei o primeiro ano de mestrado em Relações Internacionais, comecei um novo pequeno projeto (que me está a dar um prazer enorme) e sobretudo senti a pressão e a descontração a invadir o meu corpo quase que de forma contínua.


Foi um mês na qual continuei a ir ao ginásio e a atualizar este cantinho que tanto significa para mim. E, gostava muito que participassem mais por aqui se sentirem à vontade para isso. Gostava sinceramente de conhecer melhor e genuínamente as pessoas que lêm o que escrevo a um ecrã de separação. Portanto, vamos criar uma pequena comunidade através deste blog? Vamos nos dar a conhecer e a partilhar opiniões? Esta é a minha proposta para vocês leitores.


Imagem da minha autoria - Junho de 2021

Foi um mês de reencontros, de passar mais tempo com a família e com as amigas e isso, levou a comer algumas coisas muito doces, desde crepes de kiner bueno, a waffles com gelado e a donuts quer de pistáchio e de frutos vermelhos, quer de caramelo. 

Vi também o pónei mais bonito mesmo pertinho de casa e o pôr do sol mais bonito de 2021. Dei especial atenção ao presente e aos pequenos momentos (sozinha, em família ou com as amigas). 

Imagem da minha autoria - Junho de 2021 

Para além de boas sobremesas e de bons momentos li livros interessantes e de vários géneros. "O Homem que plantava árvores" foi a leitura mais quentinha no coração do mês, "O Start with why" foi a leitura de não ficção que me fez pensar no porquê que existe por detrás de tudo o que quero criar e por fim, "O mundo amarelo" foi aquele livro de orientação para vivermos de uma forma mais conectada com os (nossos) amigos amarelos.

Imagem da minha autoria - Junho de 2021

Feita a despedida a junho podemos abraçar o novo mês de braços abertos e a saber que tudo que acontece tem a sua razão de ser e o que é para ser tem muita força.

terça-feira, 29 de junho de 2021

Reset | Podcast

 Sobre o Podcast:


"Um podcast só sobre fracasso, powered by Delta Q."


Interlocutora: Mariana Cabral (Bumba na Fofinha).


Spotify: spotify.com


Instagram: @bumbanafofinha.


Crédito

Opinião:


Reset, é o podcast que recomendo este mês por três grandes razões: primeiro, sempre que sai um episódio vejo-o mal consiga, segundo, é sobre fracassos ou por outras palavras, o lado não tão bom da vida e do qual pouca gente aborda ou sequer quer falar e em terceiro, porque é apresentado pela incrível Mariana Cabral, (mais conhecida pelo seu nome artístico: Bumba na Fofinha).

Este podcast pode ser visto quer pelo youtube (com a disponibilização de vídeo) quer pelo spotify. E, apesar do spotify ser a minha escolha predileta para ouvir os podcasts, a verdade é que tenho acompanhado sempre pelo youtube pela proximidade que sinto com a interlocutura e o convidado.

Até à data que partilho esta sugestão, a Bumba só trouxe convidados interessantes e dos quais só se vê o lado cor de rosa da sua vida (o dito normal). E, acho mesmo importante o trabalho aqui desempenhado. Não é fácil conversar sobre situações que nos magoaram, nos frustraram mas, que de igual modo faz parte.

Assim, sempre que estás a ter um dia mau lembra-te que são ciclos, que fazem parte e que podemos não estar sempre a sorrir ou a dar pulos de alegria. Os dias maus existem e também são sentidos por todos, mesmo que (no caso das pessoas mais famosas) escolham não partilhar. Afinal, normalmente nós também não o fazemos. Lembrem-se da importância da compreensão para com o outro e para com o nosso eu.

segunda-feira, 28 de junho de 2021

Esta é a minha família | Netflix

 Sinopse:


"Um realizador homossexual apresenta o seu companheiro e os seus filhos à sua tradicional família chinesa e decide documentar todo o processo de aceitação."


Ano de Publicação: 2019.


Realização: Hao wu.


Género: Documentário, Filme LGBTQ


Crédito

Opinião:

Continuámos a precisar de falar abertamente sobre todo o tipo de relações e da compreensão da noção básica de que o amor é livre de género, orientação e de todos os outros tipos de etiquetas. Continuámos a lutar a favor dos direitos LGBTQ+ com a mesma garra que se luta numa guerra. A liberdade e o amor andam de mãos dadas. E, uma não devia ser a corda no pescoço da outra.

Para celebrar este mês tão especial e a data que engloba, partilho um documentário curtinho de um realizador que conta à sua família sobre a sua orientação sexual, a sua liberdade não condicionada pela pessoa que gosta, o seu desejo de ser pai e a (não) aceitação que toda a sua história reflete. 

Esta é a minha família, mostra os dilemas e as preocupações que grande parte das pessoas LGBTQ+ passam exatamente por não seguirem o dito percurso sexual normal dito por uma sociedade ainda muito conservadora e limitada.

Uma coisa precisamos de entender muito bem: o amor é livre e isento de guerras.

domingo, 27 de junho de 2021

O post sobre a importância do momento

 

Fotografia da minha autoria - Póneis

Este post serve exatamente para falarmos sobre a importância de vivermos o presente. Não é para guardarmos para as memórias, não é para vascularmos no passado, é para sentirmos o agora. Um viver tão simples e de certa forma, tão difícil.


Cada vez mais é nos complicado concentrarmo-nos no que estamos a fazer sem olhar para as horas ou sem a interferência de outros pensamentos que nos assaltam a memória. Viver o momento deve ser uma das coisas simples da vida e da qual a nossa geração mais dificuldade tem em presenciar, em sentir.


Não precisamos de percorrer os verbos todos do passado ou de sonharmos horas a fio de pestanas para cima. Podemos só estar e ser. Sem adjetivos, sem advérbios, sem metáforas. Podemos simplesmente sentir o olhar preso neste agora e neste aqui. 


Tirei esta fotografia num desses momentos que vivi o presente. Soube tão bem que por breves segundos, me perdi encantada com estes dois póneis branquinhos. Quando me sintonizei do que estava a sentir decidi captar este momento e partilhá-lo no meu instagram, talvez para tentar exatamente passar essa mensagem sem palavras com vocês.


Foi um viver fugaz mas que me fez sentir que vivia a vida e não que a vida vivia-me a mim.

sábado, 26 de junho de 2021

O mundo amarelo de Albert Espinosa | Livros

 Sinopse:


"A vida de Albert Espinosa mudou quando tinha 14 anos e lhe diagnosticaram um cancro. Aos 15 amputaram-lhe a perna esquerda, e, até aos 24, quando foi dado como curado, retiraram-lhe ainda o pulmão esquerdo e extraíram-lhe parte do fígado. Mas, como o próprio diz:« O cancro tirou-me as coisas materiais [...] mas deu-me a conhecer muitas outras coisas que nunca teria conseguido descobrir sozinho.»


Este não é um livro de autoajuda onde encontrará dicas e conselhos para ultrapassar os piores momentos da sua vida, mas sim um livro onde o autor partilha, as experiências e os ensinamentos que o ajudaram a viver feliz mesmo nas circunstâncias mais difíceis. Com o mundo amarelo o leitor aprenderá a conhecer-se, a ganhar a batalha contra o medo, a morte, a perda e a ausência, e a saber reconhecer a beleza que reside em cada ser humano."


Género: Memórias e Testemunhos.


Data de Publicação: 2008.


Páginas: 175.


Editora: Editorial Presença.


Fotografia da minha autoria - O mundo amarelo de Albert Espinosa, livros

Opinião:

O mundo amarelo, é um livro sensívelmente bonito e bom. Este livro é o meu primeiro contacto com o autor e tudo o que está escrito nas páginas deste exemplar servem como linhas de orientação para encontrarmos os (nossos) amarelos e percebermos que o mundo não é cor de rosa para todos, mas que independemente da cor com que perspetivamos o cotidiano cabe-nos a nós vivê-lo.


O mundp seria melhor se aceitássemos que nos enganamos, que erramos, que não somos perfeitos.


Um livro que nos conta sobre o mundo amarelo de Albert Espinosa (o nosso autor e narrador) que foi diagnosticado com cancro aos 14 anos e o seu caso foi dado como curado aos 24. Por essa estranha estrada perdeu a perna esquerda, o pulmão esquerdo e parte do seu fígado e fases caraterísticas de uma adolescência e do início da vida adulta ligeiramente diferentes do dito convencional.


É como quando estás quase a adormecer, todo o teu ser está de acordo com o que pensas e anima-te e dá-te forças.


O autor vai ainda mais longe do que contar a sua história pessoal até ao momento em que escreveu e consequentemente publicou o livro uma vez que, partilha com o leitor(a) as várias listas de dicas para vivermos exponencialmente o nosso dia a dia bem como a menção de que todos nós temos amigos igualmente, amarelos (novo conceito de melhores amigos com alguns upgrades). 


Deves saber que, mais tarde ou mais cedo, tudo aquilo que ganhas, acabarás por perder um dia.


É um livro incrível e cheio de entusiasmo pela vida e por outro lado, da compreensão e respetiva aceitação e normalização de que a morte bate a todas as portas.


Albert fala de um mundo ao alcance de todos e que tem a cor do sol: o mundo amarelo.


Classificação: 4 estrelas.


#livros #omundoamarelo #AlbertEspinosa 

Ser Invulgar de Maria Teresa Maia Gonzalez | Livros

 Sinopse:


"Há animais parecidos connosco? O cisne é belo mas dizem que tem mau feitio, o carangueijo-violinista dá autênticos concertos, a girafa comprou um colar... Ao longo de 77 poemas magistralmente escritos por Maria Teresa Maia Gonzalez vamos afinal descobrir que os animais têm caraterísticas próprias que, por vezes, muito se assemelham às dos seres humanos."


Género: Poesia infantil.


Data de Publicação: 2006.


Páginas: 96.


Editora: PI.


Fotografia da minha autoria - Ser invulgar de Maria Teresa Maia Gonzalez, livros

Opinião:

Numa tentativa de pegar num livro leve, por ser de poesia infantil, decidi pegar neste - Ser Invulgar - que pairava na estante de livros cá em casa. Outro fator foi por ter gostado muito do livro - A Lua de Joana - da mesma autora, Maria Teresa Maia Gonzalez.

Li este exemplar em menos de 1 hora e não resultou para mim. É extremamente infantil e se há poemas que têm uma certa graça pelas suas rimas há outros que lhe falta um pouco mais de intensidade. Portanto, não funcionou para mim mas, não condeno o livro. Até porque, o público-alvo são as crianças dos 9 aos 11 anos e nesse caso, percebo que esta coletânea de poemas funcione. Se bem que acho que um público ainda mais juvenil, por exemplo, dos 7 aos 9 anos, a meu ver, funcione melhor. 

Já alguém desse lado leu algum outro livro da autora?

Classificação: 3 estrelas.

sexta-feira, 25 de junho de 2021

Pilates e a expansão do Self-Love

 

Fotografia da minha autoria - Pilates via @anarita_areias no instagram

Há cerca de um mês atrás experimentei uma aula de pilates. Confesso, que não sabia muito acerca da prática ou do exercício em si. Mas uma amiga minha fazia pilates há um ano e comentava sempre como era bom para o corpo e para a mente. 


Quando me apercebi que no ginásio que frequento iria haver aulas semanais de pilates inscrevi-me sem saber muito bem o que me esperava, apenas com a certeza de que queria cuidar melhor de mim - fisicamente e mentalmente. Depois de todo este tempo pandémico, ora isolada, ora em liberdade, sentia que precisava de aprender algo novo e assim foi.


Na primeira aula, fizemos alguns exercícios de aquecimento, de flexibilidade, de alongamento, de abdominais, de pernas e de braços. Tudo muito bem esquematizado e preparado para darmos o nosso máximo ou melhor dizendo, o máximo que o nosso corpo conseguia dar. Até porque nem sempre aquilo que queremos fazer corresponde áquilo que o nosso corpo e mente conseguem. Por vezes, temos de continuar a tentar, a empenharmo-nos e um dia, vai dar certo. 


Foi com este sentimento de compromisso com o meu corpo e uma paz de espírito com o meu espírito que terminei a primeira do que viriam a ser muitas aulas. Faço pilates há um mês e é uma das aulas que mais gosto. Sinto que nestas aulas, respeito e compreendo os limites do meu corpo. E, que com isso em mente, tento aula após aula dar o meu melhor. As diferenças não são visíveis um mês depois mas, aos poucos vamos nos apercebendo de pequenas mudanças positivas, de pequenas evoluções.


Espero que este post vos inspire a cuidarem de igual forma de vocês, do vosso corpo, espírito e mente.

Com tecnologia do Blogger.