quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

Bem-vindo Janeiro

Crédito - Bem-vindo Janeiro
 

Todos os anos tento alterar um bocadinho algumas rubricas. Rubricas essas que já são bem conhecidas por aqui como é o caso de dar as boas vindas no início de cada mês. Este ano quero que seja de completa inspiração, leve e, agradável de se ler. 


Bem-vindo janeiro. Janeiro é o mês que faço anos (dia 11 chega num instante!) e este ano vou fazer 24 anos. Estou entusiasmada, e confesso que um pouco assustada com a velocidade que o tempo está a ter. Mas, vou me concentrar no que isso significa e, logo que descobrir partilho com vocês, claro. É um mês bastante longo por isso, espero poder tirar proveito disso em meu favor: passear quem sabe pelas ruas da cidade podem sempre levar a uma descoberta. Se não der, pelo menos quero conhecer algo novo. Let's see.


A ouvir: Love again, Richie Campbell


A desejar: que consiga ter um aniversário bonito junto das pessoas que o tornam especial.


A ler101 Essays That Will Change The Way You Think de Brianna Wiest.


A inspiração: "this, is the beginning of loving yourself. Welcome home."


A sentir: que muita coisa pode acontecer se estiver disposta a fazer a minha parte e deixar o universo contribuir com sua magia.


Bom mês de janeiro. Entrem com leveza, sem pressão para os vossos objetivos deste ano e, sem cobrar nada. Aproveitem este longo mês para journaling, para refletirem e, explorarem um pouco mais de vocês. Deem permissão para sentirem. 💜

terça-feira, 3 de janeiro de 2023

Desejos para 2023

Imagem da minha autoria - Desejos para 2023

Este post requer alguma reflexão uma vez que, os desejos são por norma: pessoais, sonhadores, sem tamanho, forma, cor ou limite. É isso que gosto nos desejos: a sua intemporalidade, a sua liberdade e, a sua força de querer.


Depois de pensar um bocadinho e permitindo-me sonhar em 2023, eu quero:


  • partilhar os poemas que regularmente escrevo e, que me preenchem de felicidade e paz;
  • compreender a imensidade do papel da cultura na vida dos artistas e do impacto na sociedade;
  • visitar museus, exposições e com isso aprender sobre a expressão artística;
  • ver mais peças de teatro;
  • ver um concerto (de preferência de alguém que admiro para além da música);
  • continuar a ter a possibilidade de trabalhar no que gosto (marketing);
  • participar em ações de voluntariado e no geral estar mais suscetível a ajudar (seja de que forma o conseguir);
  • terminar o mestrado em Relações Internacionais (aguardo pela data da defesa);
  • aprender o segundo nível de italiano (ou pelo menos o praticar);
  • desafiar-me a partir em busca de novas aventuras (seja visitar um país ou aprender a surfar);
  • continuar a cuidar de mim (fisicamente e mentalmente) seja por explorar mais o tema do skincare, dar continuidade aos treinos e aulas do ginásio e, ainda por refletir e ouvir mais o meu corpo (com o journaling/meditação);
  • investir tempo de qualidade nas minhas relações;
  • continuar a contar com os livros para serem o meu refúgio.

Existem sempre outras simplicidades na vida que pretendo ter sempre por perto: a família, os amigos, a dança, a escrita, o yoga, o simples prazer de beber chá ou um chocolante quente e tirar muitas fotografias para mais tarde recordar. 

No entanto, se tivesse que definir o que quero num verbo seria estar. Estar no presente. Sem passado, sem futuro. Sem preocupações ou ansiedades. Estar simplesmente no hoje e, no agora. 

Já pensaram nos vossos desejos? 🌟

segunda-feira, 2 de janeiro de 2023

Bem-vindo 2023

Crédito - Bem-vindo 2023


2023 por fim chegou,


Nem parece que 2022 voou. 


Mas é agradecer este novo ano


e o velho que já passou.


domingo, 1 de janeiro de 2023

Um Balanço e um Adeus a 2022

Crédito - Adeus 2022

Convido-vos a pegarem na chávena de chá (ou outra bebida quentinha) e, sentarem-se no sofá com um caderninho em branco para que à medida que irão ler os próximos pensamentos também refletirem sobre os altos e baixos do vosso ano, sobre os momentos que vos fizeram dançar a noite toda e outros em que pediram ao sono para vir mais cedo.


É normal haver dias bons e outros que parecem no calor do momento uma verdadeira obra de Shakespeare (para o mal e para o bem). As comédias, as tragédias sempre vão fazer parte das vidas de quem se permite sonhar, tentar e, continuamente lutar por eles.


2022 foi um ano muito gentil comigo. Dediquei-o a cuidar de mim e a aprender a valorizar-me. Algo que por vezes fica esquecido por outras prioridades que estão todas fora do lugar. Dentro das minhas possibilidades consegui gerir tempo para treinar e, participar em aulas no ginásio onde tenho o hábito de ser sócia regular (aulas de salsation e de cycling foram as principais); consegui reservar tempo para ler (um dos hobbies que me deixa muito feliz), consegui equilibrar até bastante bem o tempo para finalizar os estudos e a loucura de arranjar o primeiro estágio de marketing. Sinto que essas foram as quatro grandes divisões que investi o meu tempo quando não estava ocupada a sonhar.


Também sinto-me feliz por ter conseguido passar tempos preciosos com a família e as amigas. Blocos de tempo que não troco por nada. São espaços diferentes, mas com pessoas que sinto valer a pena cada minuto que partilho a ouvir, a contar, a dançar, a comer e a beber. No fundo a criar memórias e a fazer a minha vida valer bem a pena.


Fora dos deveres e obrigações, sinto que sempre me tentei pôr em primeiro lugar. Seja porque não me sentia bem em fazer alguma coisa ou a já não ser feliz em estar com alguém, seja porque expliquei a necessidade de ter uns minutos para mim. Eu carrego as minhas baterias quando consigo um equilíbrio na lista de coisas que devo e posso fazer e a lista de coisas que quero fazer quando assim o quiser e bem entender.


Em 2022 fui feliz. Alguns momentos mais felizes: ter mais um poema publicado (yey!), arranjar um primeiro estágio na minha área de estudos remunerado (não compreendo como alguém consegue explorar outra pessoa justificando que ainda precisa de aprender); dançar até ser quase de dia (os meus pés não agradeceram, mas o meu espírito sim); investir nas relações que escolhi manter e, até mesmo criar com outras pessoas (obrigada a todas(os) que fizeram parte deste ano) e o facto de aprender uma nova língua (pode ter sido apenas o primeiro nível de italiano, mas o primeiro passo foi dado).  

 

Existiram pelo meio muitas frustrações, muita paciência testada e, sem dúvida a minha determinação em lutar pelo que quero e por fazer e estar onde me faz feliz, mas tudo isso não seria parte do caminho que estou se estivesse a dar mais importância relativamente aos momentos bons. Por isso, não me vou estender mais por esta reflexão do que não correu tão bem. Apenas quero salientar que cada um desses sentimentos me conduziram igualmente a onde estou. Se não me tivesse sentido triste em alguma fase não estaria tão grata por onde me encontro.


E, assim termino a reflexão deste ano ainda mais determinada a fazer de 2023 um ano em que seja feliz. Um ano onde possa dançar, viajar e, escrever mais. Um ano onde cuide mais de mim e me faça pensar no quão romântica torno a minha vida. Sou grata por todas as pessoas que estiveram comigo (e, isto inclui vocês).

sábado, 31 de dezembro de 2022

Os 15 melhores livros que li em 2022 | Livros

Imagem da minha autoria - Os 15 melhores livros que li em 2022 | Livros
 
Chegou um dos momentos mais esperados no blog: a escolha dos 15 melhores livros em 2022. Este ano li 65 livros pelo que esta decisão foi bastante desconcertante. Não quero estar a ser injusta para com o trabalho de outros escritores, mas abaixo encontram os livros que mais prazer tive durante a leitura no decorrer deste ano.

Imagem da minha autoria - Fifty Words For Rain de Asha Lemmie | Livros

Sem dúvida que Fifty Words For Rain de Asha Lemmie está entre os melhores dos melhores. De forma ingénua esperava que a vida da nossa protagonista - Nori - tivesse alguma parte ou fase feliz, mas página a página só me mostrava como a vida é injusta para muitos. Podem saber mais aqui.

Imagem da minha autoria - 28 Questions - They say it takes 28 questions to fall in love. Then What? - de Indyana Schneider | Livros
Trouxe este calhamaço comigo de uma livraria em Luxemburgo. Em fevereiro fiz uma pequena viagem por este país e, esta é a melhor recordação que trago física. Estava indecisa com os títulos que iria trazer, mas assim que vi este sabia que era o meu tipo de livro. E, assim foi. Um romance que conta muito sobre apaixonarmo-nos. Podem perceber o porquê de ter gostado tanto aqui.

Imagem da minha autoria - Pachinko de Min Jin Lee | Livros

A história de Sunja é daquelas histórias das quais vale muito a pena conhecer. Para além de nos ensinar sobre empatia, nos inspirar a ajudar o próximo e sobre o perdão também instiga-nos sobre os períodos  históricos de 1932 a 1989 entre a Coreia e Tóquio, desde as guerras às tentativas de paz e as fortes discriminações étnicas e culturais. Descubram uma opinião mais detalhada aqui.

Imagem da minha autoria - Heartstopper: volume 3 de Alice Oseman | Livros

Devorei os quatro volumes desta banda-desenhada por inteiro. Li-os apenas em algumas horas e só tenho pena de não ter pegado neles mais cedo. No entanto, o terceiro volume conquistou-me um pouco mais. Tanto o Nick como o Charlie são personagens muito bonitas. Vejam mais sobre eles aqui.

Imagem da minha autoria - As Flores Perdidas de Alice Hart de Holly Ringland | Livros

Numa das campanhas da Bertrand de 50% aproveitei este livro que muito me intrigava. Aprendemos a linguagem das flores com a menina Alice e acompanhamos o seu crescimento, de um lar violento à superação de um relacionamento tóxico e a saber se cuidar e amar. Podem ler mais sobre a Alice Hart aqui.

Imagem da minha autoria - O Silêncio das Mulheres de Pat Barker | Livros
Pat Barker foi uma autora que conheci este ano e, não podia ter vindo numa melhor altura já que estava a escrever uma dissertação sobre o Papel da Mulher. Não é coincidência que as palavras mulheres e silêncio se encontrem muitas vezes interligadas. No entanto, neste livro conhecemos a história de Briseida, a rainha de Lirnesso, que fez parte das mulheres que foram silenciadas na história. Para quem estiver interessado(a) no livro podem encontrar mais informações aqui.

Imagem da minha autoria - A Civilização do Espetáculo de Mario Vargas Llosa | Livros

Estava longe de saber que brevemente iria trabalhar numa associação cultural na minha cidade quando este livro surgiu na minha vida. Foi um bom encontro. Neste livro, conhecemos mais sobre a banalização das artes, sobre jornalismo sensacionalista e, da importância do setor cultural no desenvolvimento da sociedade. Um excelente livro. Se quiserem perceber melhor do que estou a falar é só espreitarem aqui.

Imagem da minha autoria - Aristotle and Dante Dive into the Waters of the World de Benjamin Lire Sáenz | Livros

Depois da boa introdução aos romances LGBT através de Heartstopper tinha vontade de continuar a descobrir mundos quando encontrei o autor Benjamin Lire Sáenz. Li o primeiro e o segundo livro. São os dois muito fofinhos, incrivelmente bem escritos (principalmente para os momentos que nos faltam a delicadeza de contar histórias tão bonitas quanto esta). Conhecam o Aristole e Dante aqui.

Imagem da minha autoria - As Filhas de Eva de Louise O'Neill | Livros

Apresento-vos o primeiro livro de 2022 que li de uma assentada só de tão bom que é. Foi uma das minhas compras da Feira do Livro do Porto. Podem ver aqui os outros livros que comprei. E, honestamente se ainda não leram então esta é das melhores sugestões que faço. Se consegui vos convencer podem ler a opinião aqui.

Imagem da minha autoria - A Ilusão de Merit de Collen Hoover | Livros

Finalmente compreendo o fascínio e, em parte delírio em torno desta autora. Agora também faço parte dessa comunidade. A minha estreia foi com A Ilusão de Merit, e simplesmente adorei. Por favor conhecam a linda da Merit aqui.

Imagem da minha autoria - Tudo o que nunca fomos - Deixa Acontecer Volume I - de Alice Kellen | Livros

Despedi-me do verão com este livro incrível. Foi uma boa despedida e, embora estejamos no inverno já só quero os primeiros raios de sol para ler a continuação. E, sim estou à espera do verão para poder continuar esta leitura porque sei que irá fazer mais sentido e dar prazer aos dias de praia. Conhecam Leah e o seu passado incrivelmente devastador aqui.

Imagem da minha autoria - If We Were Villains de M. L. Rio | Livros

Tinha de incluir este livro mesmo que significasse o sacrifício de excluir outros. Neste livro, existe teatro, um grupo de amigos chegados, uma escola de elite, uma tragédia de Shakespeare (ensaio e na realidade) e, um assassino. Podem ler o resto da opinião aqui.

Imagem da minha autoria - The Book of Life de Deborah Harkness | Livros

Este livro faz parte da trilogia: "A Discovery of Witches" e, foram leituras tão boas que não podia deixar de incluir a história destas duas pessoas que se apaixonam. É mais complexo do que parece, prometo. Percebam o meu fascínio aqui.

Imagem da minha autoria - The Only Woman in the Room de Marie Benedict | Livros

Onde estão os leitores que adoram os romances históricos? Malta, este livro é para vocês. Conhecemos um bocadinho da história da atriz: Hedwig Kiesler, a atriz que é mais do que uma cara bonita e da qual nem todos gostam por querer ajudar os britânicos a ganhar a Segunda Guerra Mundial contra os alemães. No caso de terem perdido a opinião do livro podem encontrá-la aqui.

Imagem da minha autoria - And Every Morning The Way Home Gets Longer and Longer de Fredrik Backman | Livros

Foi das últimas leituras deste ano e, que bom terminar um ano repleto de amor. No ano passado, por volta desta altura li o primeiro livro do escritor, Fredrik Backman e, soube que o iria conhecer aos pouquinhos e, se possível nesta altura porque as suas histórias são ainda mais especiais nesta época natalícia. Podem ler aqui a opinião do "The Deal of a Lifetime". Caso queiram (re)ler a opinião deste livro tão bonito.


Espero muito que tenham gostado desta reflexão sobre as melhores leituras do ano. Digam-me se leram alguns dos livros mencionados e, se também gostaram! 

In Watermelon Sugar de Richard Brautigan | Livros

Sinopse:

"iDEATH is a place where the sun shines a different colour every day and where people travel to the length of their dreams. Rejecting the violence and hate of the old gang at the Forgotten Works, they lead gentle lives in watermelon sugar. In this book, Richard Brautigan discovers and expresses the mood of the counterculture generation."

Género: Fantasia.

Ano de Publicação: 2002.

Páginas: 144.

Editora: Vintage Classics.

Avaliação no Goodreads: 3.81.

Crédito - In Watermelon Sugar de Richard Brautigan | Livros

Opinião:

Tinha mais expectativas para este livro do que as que realmente foram concretizadas. Talvez por ser uma referência à música Watermelon Sugar do artista Harry Styles e que me ficou no ouvido. Mas, acho uma boa leitura na mesma só que confesso que estava à espera de mais.
The long walks I take at night. Sometimes I stand for hours at a single place, without hardly moving.
Como uma das últimas leituras do ano queria reservar um livro que me direcionasse para outros artistas - que estes o tivessem lido ou se sentido inspirados - e, foi assim que iniciei esta leitura, pronta para compreender a inspiração, neste caso, que deu origem à música tão conhecida e, que chegou a ganhar prémios.
The heart is something else. Nobody knows what's going to happen.

Neste livro, a nossa personagem principal dá-nos a conhecer um mundo criado com o açúcar da melancia, onde a história se desenrola e, pega na nossa imaginação e nos conduz por este lugar em que tudo é de melancia. No início não deixa de ser um pouco estranho, mas à medida que vamos lendo ficamos cativados com esta imaginação toda que brota do autor, Richard Brautigan.
I have a gentle life.

iDEATH é o nome do espaço, uma espécie de utopia fantástica, onde os sete dias da semana o sol brilha com uma cor diferente sendo inclusive associado a um significado e em que os seus moradores conhecem-se mutuamente. No entanto, a história principal aborda a sua relação amorosa (um triângulo amoroso onde uma das protagonistas femininas acaba por se suicidar ao que os restantes morados - amigos e familiares - normalizam justificando ser um caso de desgosto amoroso) que está numa espécie de impasse, a preocupação com os tigres (que comeram os seus pais) e, o seu melhor amigo o Charlie que tem um irmão rebelde - o insoil -, que se escolheu mudar para Forgotten Works, uma cidade ao lado que funciona neste cenário como um deserto e, onde permanece tudo o que foi esquecido.
I don't know how she feels. 

Apesar do magnífico enredo e da incrível imaginação do escritor estava à espera de conhecer mais referências entre a obra e a música. Pelo que as expectativas não foram as esperadas. Todavia, a leitura é interessante e conduz-nos a um mundo completamente novo e, com personagens que nos deixam ainda mais curiosas.

Classificação: 3 estrelas.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2022

Newspaper - On the Blog - 2022

Imagem da minha autoria - Newspaper - On the Blog - 2022

Queria resumir os dias de 2022 de uma forma diferente aqui no blog. Portanto, achei engraçado começar com uma página amarrotada de jornal. Daqueles que passaram pelas mãos de uma família e, que cada um pelo seu toque deixou a sua impressão no papel.


2022 foi o ano em que mais li e, portanto foi a categoria que mais escrevi e, consequentemente partilhei. Encontram todas as opiniões dos livros que li até à data na divisão: livros. Já podem igualmente verificar os livros que mais gostei de ler em 2022


Também foi o ano em que vi bons filmes, graças em parte à contínua companhia da minha mãe. Sempre nos preencheu o último dia da semana estando acompanhadas por uma ou outra guloseima (seja chocolate ou gelado). Podem também espreitar os filmes que mais gostei de ver em 2022.

Para 2023, gostava de apostar na criação de conteúdo da vertente do Lifestyle (seja em viagens ou interesses). Sinto que foi um dos motivos porque inicialmente criei o blog e que neste momento se encontra mais parado. Por isso, espero retomar brevemente esta partilha.


Pretendo igualmente ser mais criativa com os temas que por aqui trago e, claro partilhar os posts de forma mais regular do que a que tem sido (normalmente encontram publicações duas vezes por semana) e sinto que consigo escrever mais. Portanto, 2023 vai ser o ano da variedade e criação criativa.


Sem me querer alongar mais, gostava que fizessem parte do próximo ano. Se tiverem sugestões (de que tema for) podem partilhar nos comentários. Sejam livres para dar a vossa opinião. Agora fiquem com o lema que arranjei para terminar esta publicação: 

Let's grow up together
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Com tecnologia do Blogger.